PSOL UM PARTIDO DE BANDIDOS – RAFAEL BRASI

 






Seria redundante classificar o PSOL como um partido de bandidos, posto que a esquerda sempre flertou com a bandidagem em prol da revolução e o partido, só com divergências pontuais de tática e estratégia política.

Lênin abominava o terrorismo individual, tão característico do final do século XIX, (seu irmão foi condenado à morte por tramar um atentado contra o tzar), por ser contraproducente em termos revolucionários, mas a exemplo de Trotski, implantou o terror revolucionário quando em seis semanas instituiu as bases do estado totalitário através do terrorismo de estado e do partido revolucionário, o comunista.

Na guerra civil que se seguiu a tomada do poder através de um golpe de estado pelos bolcheviques, tanto Lênin como Trotski implantaram o terror revolucionário, aliás a revolução se deu através da guerra civil e Trotski foi seu principal organizador. Do seu trem revolucionário comandou massacres terríveis contra opositores à esquerda e sobretudo camponeses, que foram aliados táticos no início da revolução, depois tratados como inimigos do regime então nascente. Stálin se notabilizara por ser um eficiente assaltante de trens pagadores em prol do partido e da revolução.

Porém os comunistas sempre desprezaram o chamado lúmpem proletariado, que se constituía de gente sem eira nem beira, trabalhadores autônomos, bandidos, seres desvinculados do trabalho formal, no dizer de Hannah Arendt, cidadãos sem classe. Para os comunistas de outrora estes entes deviam ser simplesmente eliminados por serem elementos essencialmente contra-revolucionários.

Com a implantação do comunismo na ex URSS, e sob Stálin, os criminosos comuns eram bem melhor tratados do que elementos ditos contra-revolucionários, milhões de dissidentes expurgados do partido, caídos em desgraça, além de camponeses denominados kulaks, que aos milhões foram deportados e enfiados em terríveis campos de concentração nas ermas regiões geladas da Sibéria, onde eram utilizados como trabalhadores escravos.

Portanto, a utilização de criminosos e até sua glamourização como elementos potencialmente revolucionários sempre foram tratados com certa brandura diante da brutalidade comunista. Porém, com a valorização da cultura marginal, ou seja à margem da sociedade, edificada pela escola de Frankfurt elevou os marginais como elementos potencialmente revolucionários, sobretudo na cultura, onde começaram a aparecer os inumeráveis bandidos bonzinhos, isto no cinema e no show business.

Portanto o PSOL passou a ser o partido explicitamente de bandidos, mas tudo misso faz parte de uma longa tradição dos movimentos revolucionários, como vimos.

Hoje no Brasil este partido, assim como todos da esquerda, se calam vergonhosamente diante da repressão covarde do estado contra cidadãos indefesos na pandemia chinesa. E pior: estimulam a violência desmedida contra o cidadão comum , muitos deles do próprio lúmpem proletariado, podemos assim dizer.

Como fiéis psicopatas comunistas pouco estão se lixando para o povo que apanha nas ruas, enquanto se mobilizam contra quaisquer ações policiais contra marginais, traficantes, criminosos e presidiários. Com a crise da gripe chinesa essa gente tirou a máscara de vez. E o pior é que com a complacência e colaboração das nossas maltas cortes judiciárias, mais especialmente o STF, onde “iluminados” como os ministros Barroso, Fachin e Alexandre de Moraes dentre outros, corroboram as teses dessa gente, que aliás tem mais adeptos nas classes médias universitárias onde estas idéias abundam.

Afrontam o senso comum que quer ver mesmo bandido na cadeia e trabalhador vivendo normalmente em ambientes de paz e tranquilidade. Aliás o proletariado deixou a esquerda desde os anos 60, fazendo com que a esquerda se apoiasse na marginalidade. Os fatos estão aí para quem quiser ver. Aliás fatos são fatos, o resto é conversa fiada e a história serve para lembrar, e buscar a verdade, ora essa. E quem defende o proletariado é a direita, mesmo desorganizada e com um presidente diariamente insultado pelas ditas classes falantes como fascista, genocida e até nazista.

Porém essa gente mente, afinal mentir é um mantra comunista, Lênin dizia acuse-os de que você é e do que você faz. Vade retro satanás!

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