Sobre as criticas a Bolsonaro - Rafael Brasil


 Com a nomeação do novo integrante do STF, o tal de Kássio Nunes houve muita polêmica na direita, e muitas trocas de acusações nas redes sociais. Fato perfeitamente normal num movimento que pretende se tornar hegemônico, o conservador. A divergência de opinião é natural em qualquer movimento, e quem foi contra não deve ser tratado como dissidente, traidor ou coisa semelhante. Afinal a divergência faz parte da democracia, mas no final todos tem objetivos comuns, torcem para o presidente e seu governo. Afinal, Bolsonaro passará, mas o movimento continua, aliás nem começou.

A nomeação do novo ministro foi desastrosa, afinal ele vai ficar no cargo, segundo nossa constituição até 2047, e o presidente poderia indicar alguém melhor. Esta é a minha opinião, afinal se foi tática ou estratégia de conciliar ao máximo com o congresso e até o STF em prol da agenda reformista, poderia até ser bom. Porém questões mais de fundo , digamos ideológicos,  precisam ser esclarecidas. E o tal Kássio é tido como garantista, um eufemismo para um aliviador de criminosos, o que deve ter realmente alegrado a cleptocracia do congresso e do próprio judiciário.

Porém só o tempo vai dizer. E os críticos do presidente são os seus mais ferrenhos aliados, pois estão expondo o sentimento de milhares de conservadores no país. E nada como a sinceridade para a busca do debate democrático. Portanto mais respeito a criticas e críticos, é melhor um amigo sincero do que um áulico de sempre. E o presidente não é infalível, afinal é humano e não existe governo nem líder perfeito. Em poucas palavras os críticos à direita são os mais sinceros aliados. Alguém duvida?

Nenhum comentário:

Postar um comentário