Ser esquerdista é ser anti americano, imbecilidade mata - Rafael Brasil


 Um dos mantras da esquerda é ser anti americano. Conheci muitas pessoas de esquerda, chique, claro, com àquela cara habitual de nojinho para dissidentes, que adora o discurso iluminado contra desigualdades, claras ou imaginárias, mas adora o consumismo capitalista. Só vê filmes americanos e de pior qualidade, enfim são consumidores do que existe de pior no capitalismo, com raras exceções, claro. Eu também na juventude, quando de esquerda, tentava conmvencer meu pai, um bom reaça, das maravilhas do socialismo e coisa e tal, mas a cara de desdém dele era era fatal contra argumentos de um comunista besta, segundo meu avô, cor de rosa. Meu avô, pai de uma ninhada de comunistas, nunca cedeu um passo sequer ao esquerdismo intelectualóide dos filhos, sempre votou na direita, e olhava com o devido desdém o discurso e a prática da turma de salvadores da humanidade.

Para acompanhar o discurso da manada, tínhanmos que ser anti imperialistas norte americanos, ponto final. Aliás o contragolpe de 64 para essa gente teve não só o financiamento, mas a participação norte americana, ora essa, quando não existem evidências do fato, aliás os milicos brasileiros segundo Paulo Francis, tinham lá suas veleidades, e o anti americanismo sempre povoou as mentes positivistas dos nossos milicos. Afinal isso é notícia mais do que velha. 

Este antiamericanismo foi implantado pacientemente pelas mais diversas agências da KGB e sucedâneos. Aliás Stálin depois da guerra, fomentou e tentou organizar o terceiro mundismo pregando a aliança das chamadas burguesias nacionais contra o imperialismo norte americano. Por esa e outras Prestes subiria no palanque de Vargas na eleição presidencial de 1950, o mesmo que mandou matar sua mulher, entregando-a aos nazistas. Olga uma agente da internacional comunista, que sabia atirar e manejar armas, e até pilotar, era judia e comunista. Foi morta em um campo de concentração, mas seria morta de todo jeito se escapasse para a ex URSS. Afinal Stálin costumava matar comunistas de outros países que vinham se refugiar na ex URSS, mas isso é outra história, a questão é a ideologia comunista que priorizava o partido em detrimento do indivíduo. Prestes mostrava assim ser um bom comunista, pelo partido e pela revolução se uniria com o algoz de sua esposa. Coisas do comunismo.

Mas voltando ao assunto, o que se vê é comunista caviar, criado nas tetas do estado. Aliás, muitas famílias oriundas das elites canavieiras do estado, ao estudarem nos melhores colégios, viraram funcionários do estado. Muitos das elites funcionais, portanto de esquerda, ora essa. Viraram comunistas, é mole? No fundo querem o comunismo para os outros, e se acham portadores de um , digamos, novo processo civilizatório vindo dos iluminados das universidades, sempre mansinhos contra o imperialismo chinês, mas de uma violência irracional contra o imperialismo norte americano, tão amado tão odiado. Mas quem disse que comunismo é racionalidade?

Mas o pior é que essa gente domina o estado, aliás foi ocupação de pelo menos cinco décadas. O bom é que, o conservadorismo do povão está vencendo, e está salvando o país. O povo sempre foi muito mais sábio do que "iluminados" como Cesar Maia, FHC, José Serra, Celso de Mello, Barroso, Gilmar Mendes, e milhares iguais ou mesmo piores. E o conservadorismo popular está simplesmente calçado no óbvio. Existe o bem e o mal, e o mesmo deve ser combatido. E a base da civilização ocidental está nos dez mandamentos cristãos. E um dos principais problemas do comunismo é não acreditar nos dois primneiros, sobretudo no segundo. Afinal para essa gente o outro não existe, o que existe mesmo é a "crasse". E a luta de "crasses" é o motor da história. Eita febre!


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