Comunismo chinês o mal do mundo - Rafael Brasil

Nove Comentários sobre o Partido Comunista Chinês - Capítulo 7 ...



O comunismo chinês é indubitavelmente um dos males do mundo, certamente o pior, pelo seu poderio e pretensões expansionistas. A China é um regime cruel, totalitário, onde não existe o menor respeito ao indivíduo, como aliás sempre se caracterizaram TODOS os regimes comunistas e similares.
Mao Tsé Tung, foi o maior genocida da humanidade, e como seus pares como Stálin, matou mais comunistas, de longe, do que todas a ditaduras de direita juntas. Basta ver os grandes expurgos no próprio partido comunista chinês, sobretudo depois da grande fome no fibnal dos anos 50 e na chamada revolução cultural que se seguiu depois.
Mao matou aproximadamente cerca de 80 milhões de pessoas, de fome, por políticas mais do que desastrosas, ou mesmo todos os dissidentes do regime, inclusive seus pares, como foi dito acima. Era pedóifilo, e quase destuiu a milenar cultura chinesa durante a revolução cultural, onde professores eram humilhados, mortos e torturados em praça pública pela juventude ensandecida e fanatizada pelo partido comunista. A desestruturação econômica somada ao descalabro educacional, colocou a China entre os países onde a fome era norma.
Com a morte de Mao em 1976, a luta pelo poder tomou conta do interior do partido comunista. A viúva de Mao, Chiang Ching, queria tomar o poder, e sofreu um golpe dentro do patido por Deng Chiao Ping, que fora um sobrevivente dentro do partido durante o terror maoísta.
A viúva de Mao foi defenestrada do partido comunista, num grande expurgo que se seguiu, com a caçada aos então chamados bando dos quatro,  depopis foi devidamente condenada à morte, e as mudanças capitalistas foram então implementadas, com a assessoria do então ultra liberal Milton Friedmann. Aliás estes liberais, erradamente, como muitos outros como o nosso Roberto Campos, acreditavam que  a liberalização da economia traria à liberalização política.
Com a ajuda norte americana, o capitalismo chinês se desenvolveu, mas um capitalismo de estado, mais de moldes fascistas, pois priorizava a abertura e liberalização econômica, mas sob estreita supervisão do estado através do partido comunista, tal qual as economias fascista e nazista.
Com o investimento maciço de capitais estrangeiros e com uma mão de obra barata e devidamente adestrada, proibida de fazer gureves, a China cresceu de uma forma estupenda nas últimas três décadas, tornando-se a segunda potência mundial e com uma agressividade imperialista, que com a pandemia chinesa fez abrir os olhos do mundo diante de sua agressividade sobretudo na área militar.
Portanto o impoerialismo chinês se espalha pelos quatro cantos da terra, e já comprou praticamente toda a África subsaariana, compram a América Latina, e já tem grande influência na economia européia que agora abre os olhos também para não se tornarem províncias do império chinês.
No Brasil, muitos agentes políticos e econômicos inclusive militares, comungam a tese de aproximação ao imperialismo chinês, em detrimento dos Estados Unidos. Um perigo, afinal, como bem ressalta Olavo de Carvalho, ninguém ganhou fazendo negócios com a China, ainda mais dominada pelo temível e violento partido comunista.
Em suma o problema não é a China, mas o totalitarismo chinês, que é a maior ameaça à democracia e aos valores cristãos que restam no ocidente. O resto é farofa, e abaixo os agentes do imperialismo comunista chinês no Brasil, sobretudo os milicos que deveriam ficar devidamente nos quartéis, e não ficar se metendo em política externa. Aliás a política externa dos militares quando no poder sempre foi eivada de um anti americanismo de fazer quanquer esquerdista feliz. E esquerdista feliz, é o Brasil no buraco, é sempre bom lembrar. Eles é que são vendidos, antes ao imperialismo soviético , agora ao chinês. Alguém duvida?

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