Quem defende ditadura é a esquerda - Rafael Brasil



Soa ridículo a esquerda bradar contra o suposto autoritarismo do presidente e demonizar o regime militar, que foi uma ditadura, claro, mas os esquerdistas nunca foram democratas, ora essa. Sempre apoiaram os piores regimes do planeta, e sempre tiveram uma visão instrumental da democracia, ou seja, a democracia chamada de burguesa, como o caminho para se chegar à ditadura do proletariado, ou seja, a ditadura comunista. Qualquer sujeito minimamente familiarizado com o leninismo e as demais correntes do comunismo sabe disso.
Aliás no início dos anos 80, o comunista Carlos Nélson Coutinho lançou um livro Democracia Como Valor Universal, criticando a postura da esquerda de considerar a democrtacia como valor instrumental. Foi duramente criticado por comunistas de todos os quadrantes. Coutinho era gramscista, e defensor de uma passagem para o socialismo, processual, em contraposição à posição revolucionária, num sentido clássico, ou seja a tomada do poder pelo partido revolucionário nos moldes da revolução francesa e russa. Em poucas palavras, a revolução cultural, a tomada das instituições da sociedade e do estado pelos intelectuais, chamados de orgânicos, a favor da classe operária e do partido correspondente.
O gramscianismo foi tomando conta da esquerda, e na verdade sua estratégia política foi aplicada no Brasil, pela esquerda, desde o PSDB ao PT, agregando em seu seio correntes que íam desde o trotskismo até os remanescentes do stalinismo e maoísmo como o PC do B.
O chororô da esquerda em relação ao regime militar, que acabou há quatro décadas, faz parte da velha narrativa de vitimização da mesma, em muitos casos posando de democratas. Foram mortas no regime militar cerca de 425 pessoas, enquanto os terroristas de esquerda, que eles próprios se autodenominam de combatentes armados pela democracia  uma grande mentira, mataram cerca de 180, quase a metade.
Se formos comparar nossa ditadura com outras de direita no continente, focamos lá atrás em atrocidades e mortes. No Uruiguai, com população de menos de 5 milhões de habitantes, mataram cerca de mil. Na Argentina, cerca de 13 mil, no Chile, 4 mil. Todas somadas qusse se igualam com os fuzilados na revolução cubana, cerca de 17 mil, além dos 100 mil que morreram querendo escapar da ilha prisão.
Já os regimes comunistas, foram mortos em tempos de paz, cerca de 150 milhões. Destes só no Camboja, firam mortos 3 milhões, mais do que todas as ditaduras de direita juntas, em toda  história e em todos os continentes.
Ao apoiar todas estas ditaduras, é ridículo posar de democrata. Mas a esquerda se alimenta de mentiras como sabemos. Mentir é um atributo positivo na mentalidade revolucionária, afinal, mentir pelo partido e pela revolução faz parte do mantra comunista.
Nos dias de hoje ainda apoiam ditaduras como a cubana, venezuelana e até a da Coréia do Norte, e ainda posam como defensores da democracia e dos direitos humanos. É essa gente que brada contra o suposto autoritarismo de Bolsonaro e seguidores.
Aliás, em tempos de pandemia chinesa, são justamente os governadores de esquerda e aliados que estão prarticando o autoritarismo beirando o totalitarismo. Soltam bandidos, que sempre consideraram aliados da revolução, e prendem pessoas desarmadas e indefesas nas ruas, cenas vistas por todos nas redes sociais. Estes governadores e prefeitos, tiranetes de merda, que prendem até mulheres idosas nas ruas, ou mesmo pessoas que vestem camisas verde e amarelas, símbolos nacionais, ainda mais são corruptos contumazes e estão se aproveitando da pandemia para roubar para financiar eleições.
Ademais, roubar, assassinar, o escambau, também faz parte do receituário revolucionário, afinal as piores tiranias de esquerda são o exemplo mais cabal, da crueldade humana travestida de  humanismo iluminista. Enfim, para essa gente fazer o mal para fazer o bem, que seria a sociedade socialista, os redime de todos os pecados na terra. Ou seja, para eles o mal não só é banal, mas necessário. Vade retro!

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