STF que autoriza soltar bandido e prender inocente devia ser fechado pelo povo - Rafael Brasil

Mulher é presa em SP após descumprir quarentena | Brasil | Pleno.News


Em tempos de pandemia, vivemos num mundo, e num país surreal, digno das piores ditaduras, e pasmem , com um manto falsamente democrático, e tudo em nome do povo, enfim.
Vejo estarrecido aberrações covardes de pessoas sendo presas violentamente apenas por transitar nas ruas. Pessoas a andar solitariamente na praia, serem algemadas por policiais truculentos, uma mulher sentada sozinha numa praça ser presa e algemada por policiais municipais em São Paulo, e um flanelinha preso violentamente por querer trabalhar, dentre muitos outros casos.
É a onipresença do estado policialesco digno das piores ditaduras, com a devida autorização do STF, que dizem ser nosso supremo tribunal federal. 
Enquanto ocorre essas aberrações, dezenas de milhares de criminosos são soltos, grande parte se aproveitando da dita pandemia, para, claro cometer mais crimes. Aliás, estes são inocentes diante dos criminosos do STF que autorizaram os governadores para fazer o que bem entendem com toda a população, amedrontada com tudo, e submetida às vontades destes tiranetes de merda.
Hoje podemos dizer sem pestanejar que A MAIOR ENTIDADE CRIMINOSA DO PAÍS É O STF. Devia ser extinto à bala, e com a força do povo, numa revolução democrática e popular, e seus integrantes, TODOS, deviam ser julgados e condenados. Infelizmente estamos longe de ter um país democrático onde impera realmente a lei feita pelos homens de bem. O STF é apenas um anexo da bandidagem simples assim. Não temos mais que tergiversar.
Os governadores também deveriam ser julgados e presos, mas  claro, agem em consonância com os bandidos do STF, afinal fazem parte de uma imensa quadrilha que está afundando o país, num instinto autoprotetor. Até quando?
Quando os direitos fundamentais mais básicos como o de ir e vir estão sendo vilipendiados temos que externar nosso asco e indignação. Senão nos entregaremos, e aí sempre vem o pior. A banalidade do mal, aliás, já vivemos nessa situação, onde a vontade do cidadão comum não vale nada diante destas instituições de merda.

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