O terrorismo da mídia nacional. - Rafael Brasil

Ataque em massa contra Bolsonaro revela o pânico e a falência da ...



O terrorismo da mídia nacional está passando dos limites. Todos estão torcendo pelo vírus, assim como a oposição enraivecida com a eleição de Bolsonaro, e sempre ávida de despachar o presidente, com a derrocada econômica da nação.
Além de só mostrar dados negativos de mortes, lamentáveis, claro, em todos os casos, não mostram o número de recuperados. E não mostram o esforço governamental em tentar amenizar a situação, organizando a volta paulatina e cuidadosa ao trabalho, ou seja, o fim do confinamento total, que trará o desastre econômico. Afinal já fecharam cerca de 600 mil empresas, na maioria pequenas.
Conheço várias pessoas nesta situação, como um amigo de um querido primo lá de Goiás,  de São paulo que tem uma lojinha de material esportivo numa rodoviária em Ribeirão Preto. Ao se sentir mal, pensando que era coração, ele foi ao médico, que receitou ansiolítico. Estava com os nervos em frangalhos, diante da iminência de sua falência próxima.
Quantas famílias no Brasil estão nesta situação? Isso a mídia antigovernamental e ressentida nada fala, são uns terroristas. E os mais pobres, que dependem do trabalho do dia a dia, como os informais? Enquanto isso estas pessoas são reprimidas por tiranetes de bosta espalhados pelos quatro cantos do país. E a imprensa, nada fala.
Hoje mesmo uma mulher foi violentamente presa no interior de São Paulo por mais de cinco policiais bem armados, por caminhar numa praça. Foi covardemente dominada e algemada. Menos mal que a polícia de São Paulo decidiu não seguir à orientação terrorista do governador. E a imprensa, e os tais de defensores dos direitos humanos nada falam. É de uma cumplicidade criminosa.
Menos mal que o povo não confia, há tempos na imprensa. São todos agentes do esquerdismo que quase acaba com o país, afundado na corrupção, sobretudo da inteligência. Chamam os outros de fascistas, mas são eles próprios que agem como tal. E da cumplicidade, inclusive das chamadas classes falantes, emergiu muitos sistemas autoritários, e totalitários. Aliás é de vomitar a omissão de quase toda classe acadêmica nacional.
Mas a história se move, gosto sempre de lembrar. E neste complicado processo e reconstrução nacional, muita gente vai ficar na lata de lixo da história. E vão ter que prestar contas. Afinal, como diz um ditado popular, nada como um dia atrás do outro. Com uma noite no meio, claro.

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