E os marajás da república, ninguém fala? Rafael Brasil


TRIBUNA DA INTERNET | Category | C. Newton | Page 2


Diante desta baita crise, políticos só falam em gastar, mais e mais. Parlamentares capitaneados por Rodrigo Maia, sempre ele, querem estourar as contas públicas, já em pandarecos, modificando o plano Mansueto de ajustes, aumentando os gastos em mais de 100%. De 80 bilhões ele passaria a 180, e sem a contrapartida de contenção de gastos, ou seja, todos livres para gastar.
Só não se fala em cortes de gastos, como o fundão eleitoral, mantido pelo senado que seria para ajudar no combate á pandemia, assim como os altos salários, não só de políticos mas dos marajás, federais, estaduais e municipais. São os eternos e intocáveis membros da chamada casta burocrática do estado.
Esta semana mesmo, o governador de Goiás, que nem tem dinheiro para pagar o funcionalismo, fez uma licitação milionária para comprar acecipes, como frutos do mar e outras iguarias, para estes vice reis, ou, agora no caso, caudilhos regionais. 
Estes mesmos governadores que agora prendem feirantes, comerciantes e até cabeleireiros. E que hoje, pasmem, o governador do Pará, filho do bandido Jáder Barbalho, teve uma idéia "sublime" de colocar presidiários para vigiar o povão nas filas de  ônibus, tudo pelo combate ao coronavírus, ora essa.
Enquanto a economia derrete, com cerca de 600 mil empresas grandes, médias e pequenas indo à falência, governadores, prefeitos, pequenos e médios tiranetes, fazem o que querem com o povo, inerte e amedrontado.
Afinal quem prega ditadura no país? O presidente? .Aliás, são os que sempre o acusaram de ditador, agora mostram suas garras, e com a total complacência da mídia e dos chamados representantes da sociedade, na verdade seres e entidades lacaias do esquerdismo.
É como sempre digo, vamos ver a maré baixar e ver o que restou. Milhões de desempregados, e mais miseráveis de todos os quadrantes. 
Se já estávamos na iminência de reconstruir o país, agora vai ser mais difícil, e o governo vai ter que radicalizar, se isso for possível. Senão a miséria de sempre e pior: A desesperança.
Porém a última esperança é o protagonismo popular, aliás nestes tempos de redes sociais, o ,povo está companhando tudo, e contra isso, só uma ditadura perfeita, ou mesmo o totalitarismo. Existe ditadura perfeita? Existe totalitarismo, aí é difícil, mas diante dos fatos tudo pode acontecer, vade retro!

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