QUEM TEM MEDO DE DAMARES? RAFAEL BRASIL

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O povo brasileiro é saudavelmente conservador, e é quem está salvando o país das chamadas classes falantes, todas repositórios de um esquerdismo amorfo, claudicante, copiado das academias estrangeiras, o chamado esquerdismo, digamos, pós moderno, de aberrações como a gente da chamada escola de Frankfurt, e congêneres. 
É a chamada política diversitária, gaysismo, feminismo, abortismo, racialismo, ideologia de gênero, e outras aberrações.
Num país essencialmente mestiço, onde nunca existiu guerras ou conflitos raciais, nossa intelectualidade quis impor uma visão, digamos deslocada da nossa realidade, com a tresloucada política de cotas raciais, com, a sexualização da sociedade e sobretudo da juventude, com aberrações como ideologia de gênero, e um feminismo chato e irritante, colocando o aborto como uma das bandeiras fundamentais, além da malfadada ideologia de gênero, onde insistem na maluca idéia de que o sexo é uma questão meramente cultural, não biológica. Além da banalização do crime como consequência exclusiva das questões sociais, ou seja, que o criminoso é vítima da malvada sociedade capitalista e opressora.
Todas estas idéias estão impregnadas nas nossas universidades e escolas, fazendo das chamadas classes falantes, repositórias destes ideários, meramente importadas, aliás nosso esquerdismo sempre esteve à reboque do que vem do exterior, desde a implantação das idéias anarquistas no país, antes do comunismo propriamente dito.
Quando a esquerda, antes moderada subiu ao poder , estas idéias estavam em estado de implantação com a ocupação de espaços na mídia, show business, e claro, universidades. 
Daí que todos, desde os advogados e membros da burocracia e poder judiciário são repositórios de toda essas idéias, as chamadas politicamente corretas. Enquanto a economia estava andando, inclusive com certos parâmetros conservadores, chamados de ortodoxos, a esquerda deitou e rolou. Com a quebradeira da economia e da extrema corrupção, a casa caiu. 
A explosão da violência completou o quadro caótico, que resultou nas manifestações desde 2013, culminando com a eleição de Bolsonaro, contra todo o establishment.
Bolsonaro foi eleito pelo homem comum, em outras palavras pelo senso comum. Homem é homem, mulher é mulher, bandido é bandido, corrupto é corrupto, enfim, os pingos nos is. E o povo, mesmo tropegamente luta contra toda essa gente encastelada no estado, só nas redes sociais. 
É uma luta que vai durar muito tempo, mas a esquerda perdeu a narrativa, graças a Deus. E a ministra Damares representa o povão, dado que é evangélica, e portanto conservadora, saudavelmente conservadora, e , claro, é uma ministra cada vez mais popular, juntamente com Paulo Guedes, Moro, e o ministro Abrahan Weintraub. 
Por essas e outras a ministra é odiada pelas classes pensantes, e quanto mais odiada por essa gente mais amada pelo povão.
Por essas e outras, a esquerda, mais especialmente o PT, quer agora entrar no mundo dos evangélicos, mudando até de cor. Não vai colar, afinal teria que mudar o estatuto e romper com toda militância digamos, histórica. 
Enquanto essa turba ladra, Damares faz o seu trabalho e sua popularidade só aumenta. Agora vai fazer uma campanha pela abstinência sexual na juventude, que mal há nisso? Afinal é bom e bonito ser conservador, quem não quer ter uma boa família para chamar de sua? O povo quer paz, família, e trabalho. Ademais era isso que a velha esquerda prometia, mas , claro, não entregava. Hoje quem defende o proletariado é a direita, a esquerda ficou, até por questões programáticas com o lumpemproletariado. Que fique com essa gente sem eira nem beira, como dizia Hannah Arendt, gente sem classe. E que vão para o lixão da história, afinal queremos um país saudável, rico e ótimo pra se viver. Claro isso para as próximas gerações a nossa já sifu. Quem não sabe disso?

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