TOLICES MIL

Li, em alguns blogs, pessoas defendendo a legalização da atividade de blogueiro. No Brasil, existe esta cultura de que algo só tem valor com o reconhecimento do estado. Que já se mete em todos os setores da nossa vida. Um, dia meu irmão estava alegre porque tinha tirado a carteirinha do SUS. Com quantos documentos o cidadão precisa para viver neste país surrupiado? Justamente é o estado que, como um gigante e sorrateiro ente quase absoluto, que suga as energias de toda a  população. Lembro que, quando estudante e pretensamente de esquerda, defendia, seguindo orientações de cima, claro, a legalização da UNE. Quando ilegal, e semi clandestina, ela funcionava, mesmo já dominada pela esquerda. Nas universidades era aonde as esquerdas iam buscar seus militantes e futuros quadros. Agora quando legalizada virou entidade chapa branca e apinhada de ladrões. Hoje recebe dinheiro do governo, e tem o monopólio  das carteiras estudantis, o que rende uma verdadeira fábula para a entidade. Que, como os sindicatos, virou mais uma entidade mafiosa a serviço do estado e sobretudo do partido dominante, o PT. Para blogueiro, só poderia exercer a profissão , com carteirinha? Para obter esta carteirinha, o sujeito teria que rezar pela cartilha do governo de plantão? Ou iria ter que pedir a dita cuja ao político de ocasião? Ou da coligação dominante?
Nós precisamos é abolir as chamadas carteiras. Nos Estados Unidos, só é obrigatório a carteira de motorista. Lá para abrir uma empresa, leva-se um dia. Por essas e outras, eles continuam grandes, causando inveja a muitos esquerdistas de plantão, apesar de estes serem obrigados a malhar sempre que possível o malvado imperialismo americano, mesmo que seja de boca para fora. Como diria Roberto Campos, a ignorância no Brasil teve um passado glorioso e terá um futuro promissor. Que Deus guarde o velho finado economista.

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