Tal qual no governo Lula, a situação eonômica alavanca o nome da preesidente nas pesquisas. Agora está com patamares superiores ao próprio Lula, no mesmo tempo de governo. Também, um dado positivo, a população apóia os arroubos de Dilma contra a corrupção, os mal-feitos, segundo suas própias palavras. Digo positivo, porque a população, há tempo, está enojada da corrupção em todos os níveis e setores do que se diz público. Se Dilma quisesse colocar seu nome no panteão dos grandes reformadores nacionais, digamos assim, procuraria mudar através de reformas institucionais, liderando o processo e aproveitando sua alta popularidade. Mas não. Tal qual Lula, nem tem sabedoria nem coragem para liderar, por exemplo, uma ampla reforma do estado, em todos os níveis. Se não acabar, diminuir o clientelismo filhote o patrimonialismo, vindos dos tempos coloniais, ou seja imemoriais. Se conseguisse tal façanha já seria muito bom, e a população aplaudiria. Afinal a estabilidade e o crescimento econômico dependem de uma ampla, geral e irrestrita abertura do país para o capitalismo, ou seja, menos estado e mais liberdade econômica. Isto sem falar das reformas que o Brasil tanto precisa para adequar o país a esta nova fase, mais difícil, da globalização.

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