OS GATOS DA SENHORA DILMA




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Quem quiser trabalhar com Dilma terá que agüentar seus gatos. Como muitos adoram o poder e suas sinecuras, não se incomodam, são os sem-vergonha de sempre, que aliás proliferam nos círculos do poder, pequenos ou grandes. Para quem não sabe, lavar um gato, na linguagem da nossa região, significa levar carões, ou esporros, ou como queiram chamar. A presidente gosta  de imprimir uma imagem de durona, pois até seu ibope está aumentando, provando que o povo gosta mesmo de chicote. De gato em gato, e com a colaboração da revista veja, lá se vão os indicados por Lula, para, segundo analistas governistas, que também não são poucos garantir a governabilidade. A presidente manda recados que vai fazer uma grande reforma ministerial, quem sabe talvez, imprimindo sua marca ao governo. Só que, para melhorar, ou pelo menos encaminhar as coisas, a mesma deveria propor reformas que o país tanto precisa.  Porém os obstáculos ideológicos são grandes, e tem muito esquerdista devidamente acostumado com seus preciosos cargos na máquina estatal. Que,  só serve mesmo a quem está dentro. O povo, deve mesmo se contentar  com serviços péssimos oferecidos pelo estado patrimonialista, e pela nefasta burocracia que oprime a todos os cidadãos deste belo e troncho país. Afinal não são com gatos que as coisas são resolvidas.


CORONÉ DUDU
O governador de Pernambuco movimenta-se para ser um dos protagonistas da política nacional. Quer ser presidente. Tudo bem, ninguém vai a lugar algum desprovido de ambições. Aqui no estado as adesões são grandes, e parece que todo mundo tem medo dele. Como Dilma, dá muitos gatos em seus subordinados, que sonham em serem escolhidos pelo mesmo para o cargo de governador. É bom lembrar que o mesmo quase quebrou o estado, quando secretário da fazenda do seu falecido avô, deixando a bomba para Jarbas e o pefelê, que consertaram as finanças estaduais, dando prioridade a atração de investimentos, tendo como carro chefe Suape, que aliás não recebeu nenhum centavo de seu avô quando governador por duas vezes após a volta do exílio. Por falar em Arraes, o mesmo alimentava tem uma projeção nacional, mas nunca chegou nem perto, embora tenha sido um homem de idéias. Hoje o governador , tal como Jarbas e os pefelistas, prioriza a atração de investimentos internos, via governo federal e externos da iniciativa privada. Só guarda de socialista o nome de seu partido, e isto é inegavelmente um grande avanço. Porém, se não tiver cuidado, se tornará um pato manco, como tantos “poderosos” de outrora. Em suma, já vi este filme com muitas outras nulidades, maiores ou menores. Para mim não passa de um “coronézinho” de asfalto. O tempo o colocará na sua devida insignificância.


MEDO DO CORONÉ
Em Garanhuns todo mundo morre de medo do coroné Eduardo. Que nada fez por Garanhuns, a não ser retirar o presídio feminino. Se fosse governador, construiria um grande presídio, sobretudo  para abrigar os corruptos da região, que aliás não são poucos. Para mim o coroné Eduardo que vá para o raio que o parta. E que os políticos frouxos da nossa terra o acompanhem, sendo relegados ao ostracismo. O governador que continue dando gatos em sua turma.

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