REFORMA POLÍTICA

Quase já não se fala mais em reforma política. A economia vai aguentando a situação pois aumentaram os preços das comodittes no mercado global, e países como o Brasil, Argentima e Nova Zelândia, pr exemplo estão ganhando cada vez mais. Aliás, quem segura as contas brasileiras são os chamados produtosm primários, como minérios e da agropecuária. Teme-se pela desindustrialização, tornando o Brasil, como desde os tempos da colonização, exportador de matérias primas e importador de produtos industrializados. Uma involução, mesmo se levarmos em conta a tecnologia empregada na terra. É preciso rediscutir permanentemente o Brasil. Não podemos perder a oportunidade de empreendermos as reformas que faltam, para, realmente tornar o Brasil verdadeiramente capitalista, de economia aberta, moderno e democrático. Romprer os entraves para o verdadeiro desenvolvimento das forças produtivas, e preparar o povo para as mudanças com uma grande priorização para a educação. Não podemos mais conviver com a ineficiência na educação. E a reforma fundamental é a política. É preciso acabar com o patrimonialismo no Brasil. O estado não é a solução, é o problema. Devemos desprivatizar de vez o estado. Que é patrimônio do povo, e não de governo, ou partidos. Não dá mais convivermos com tanta corrupção e violência.

FAORO E O PATRIMONIALISMO

Raymundo Faoro, grande sociólogo já falecido, em seu clássico "Os Donos do Poder", já apontava o patrimonialismo como uma das nossas grandes mazelas. Tudo dependia de uma concessão do estado português. E a burocracia no meio. Aqui criou-se uma iluisão de que tudo tem que passar pelo crivo do estado. Se existe pesca, que se crie o ministério da pesca. Um ridículo slogan da prefeitura do Recife  dizia que a mesma iria cuidar bem do seu povo. Ora, a prefeitura não resolve os buracos da cidade, que dirá outra coisa? Lembro-me bem, que uma das bandeiras da UNE, quando fui estudante, era ser reconhecida pelo estado. De fato, atualmente foi tão reconhecida, que se tornou sócia do atual governo, entrando muito dinheiro na jogada, certo? Os empresários não querem os riscos do "capitalismo selvagem", e vivem pendurados no dinheiro do BNDES. Estes aí é que ganham dinheiro, faturando com dinheiro píblico subsidiado. Já o dinheiro do povo, como bem o sabemos, é carregado ds mais altos juros do mundo. Todo mundo ou depende ou tem uma ligação com o estado. Desde os empresários subsidiados por nós, até os miseráveis dos programas sociais do governo. Não sobra quase nada para investimentos. E não se permite que a iniativa privada entre nos principais setores da infraestrutura. Haja burrice.

CARROS CAROS

Está pintando uma interessante discussão sobre os preços dos carros no Brasil. Os empresários apontam os altos custos de produção, além da alta carga tributária. Parece que a questão está se tornando uim buraco negro. Mas um carro popular, não devia ser mais de vinte mil. Os carros nacionais são bam mais caros do que os congêneres estrangeiros, apesar de que o nosso mercado esteja maior do que o da Alemanha, por exemplo. Tenho um colega que comprou um fiat uno por setenta prestações de oitocentos reais. Desolado, já pagou a metade. Quantos endividados no conto do carro novo? Porém, a concorrência diapara. Os chineses estão entrando no negócio. Já nós, nem temos uma marca verdadeiramente nacional. Nossos capitalistas querem que o governo financie. Assim não dá.

GOVERNO DILMA

Não tem programas nem metas em nenhum setor. Talvez assim seja melhor, pois essa gente quando se dispõe a fazer, faz errado. Melhor assim ,parado. E a roubalheira e a violência no país correndo solta. Viva o Brasil.
Daqui a pouco vão querer criar o ministério da alegria. Ou da tristeza. Muitos palhaços e espertalhões não se incomodariam em ocupar a vaga de um desses hipotéticos dois ministérios. Eu mesmo gostaria de ocupar o ministério da preguiça. Só assim não daria expediente.

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