As revoltas nos países árabes estão chegando a Síria, uma das maiores ditaduras, das mais duras do nebuloso e triste mundo político árabe-mulçumano. È preciso muito cuidado nas análises, mas parece que o povo quer mesmo é liberdade. Nasta de ditadura. Parece que até os funbdamentalistas estão à reboque, pois como sabemos, são eles o verdadeiro retrocesso. No limiuar do século XXI, os islamitas finalmente tem condições verdadeiras de criarem seus estados modernos e democráticos. As incertezas são muitas, mas, a pior democracia certamente é melhor do que a suposta melhor ditadura. Existe uma longa estrada a percorrer, pois a democracia se constrói com o tempo, as lideranças também.
Na Síria venos as ruas sperlotadas de gente que não suporta mais a opressão. Que querem liberdade e a busca da tolerência política e religiosa. Para que isso aconteça, é preciso separar a religião do estado, processo que aconteceu no ocidente a partir sobretudo das revoluções americana e francesa, e durou pelo menos todo o século XIX, da Europa para o mundo. Os países árabes foram descolonizados pelos europeus, já a partir prncipalmente depois da primeira guerra, vindo a se acentuar depois da segunda, a mais cruel. E os atuais estados nacionais foram formados a partir da geopolítica da colonização européia, sob a forma de regimes monárquicos de tipo absoluto, ou ditaduras ditas nacionalistas, sonretudo  logo depois do nacionalismo nasserista, de caráter pan-árabe, no início da segunda metade do século XX. A bomba agora está explodindo. Esperamos que o complicado processo transicional, penda para a democracia, pois pode haver retrocessos. Aí  é que mora o perigo que são os fundamentalistas à espreita. Qualquer vacilo, o bote será dado.

A LÍBIA

Muito bem feita a coalizão que vai colocar uma pá de cal na ditadura de Kadhafi. Os europeus atacam, sob a proteção dos Estados Unidos, destruindo através de ataques aéreos o aresenal do ditador. Que blefa, mais já dá para ver a escassez de seusseguidores. Muitos devem estar com muito medo da transição, principalmente os que faziam parte do aparato repressivo do regime, como em todas as ditaduras aliás. São os ratos que primeiro começam a deixar o barco, como sabemos. Os cacarecos de sempre.

ARÁBIA SAUDITA

E se as revoltas atingirem a Arábia Saudita, o maior produtor de petróleo do mundo, e uma das monarquias mais fechadas?  Além de tudo, o detentor do centro de peregrinação muçumana, aonde se encontram as cidades de Meca e Medina, locais das andanças e primeiras pregações do profeta Maomé. Vamos ver e torcer por transições pacíficas e democráticas no mundo mulçumano. Seria um grande alento para a construção de uma paz mundial. Ou uma pax mundial. Menos mal.

BRASIL DE FORA

A dersastrada política externa de Lula deixou de vez o Brasil de fora no processo de reconstrução política e econômica do mundo árabe. E o brasil se absteve da proposta da coligação EUA – Europa. Ficou ao lado da China e Rússia, dois países autoritários. Aliás, todos lucraram com o aumento do comércio com os Estados Unidos, menos o Brasil, que perdeu importantes posições. Fruto dessa política externa de botequim, de um antiamericanismo juvenil, da era Lula. De munta lábia e poucas realizações.

ESTATISMO NO DNA

Dilma mostrou a cara, autorizando o ridículo ministro Mantega a pressionar a Vale para tirar seu diretor, que não concordou com a fajutas diretrizes de Lula e sua “equipe”. A Vale vinha sendo muito bem administrada, mas isso não é a questão. É a ferocidade do governo em se meter na economia e na vida das empresas e pessoas. O estado é que deveria ser controlado pela sociedade, não o contrário. Quanto mais estado mais ineficiência e corrupção. O povo deveria mesmo era realizar uma marcha contra a estatatização e pela liberdade econômica. Mas seria pedir demais. O povo erroneamente adora estatais. Por que ninguém sabe, talvez uma longa lavagem cerebral, desde Getúlio Vargas. Até quando? Enquanto isso não possuimos nenhum partido liberal digno desse nome. Quase todos, ou se dizem socialistas, ou são de centro. Ser de direita virou palavrão, e aí, sempre somos obrigados a votar nos, digamos, menos ruins. Até quando?

VOLTA DA INFLAÇÃO

Não dá para fazer uma omelete sem quebrar os ovos. O único caminho viável é o governo cortar gastos. Cortar mesmo, não de mentirinha, como o governo vem fazendo. Vejam o que está acontecendo na Europa, será que eles estão errados? Não dá para crescer e ao mesmo tempo segurar à inflação. Só com  as reformas institucionais, que pasam por uma ampla , geral e irrestrita reforma do estado, dentre outras medidas, claro. Mas o governo , sobretudo por mrazões idológicas não vai fazer. Aí é que mora o perigo, afinal, para essa gente, equilíbrio fiscal é coissa de neoliberal. E estamos conversados. Enquanto isso o Brasil desanda. Sempre tenho dito: O perigo é quqndo essa gente resolve fazer alguma coisa, geralmente contrariando todas s linhas racionais de pensamento. Quando a gente sente que a coisa vai dar errado, vai mesmo. Lula, sabido nada mexeu. Daí sua popularidade, entre outros fatores, sobretudo que ele encontrou o país relativamente estabilizado. Já vi este filme antes. Depois vão botar a culpa no tomate. Ou no pepino.



3 Comentários

  1. FAÉ O ESNTEINFANTASMA TEM RAZAÕ EM UMAS COISAS.
    CAPOEIRAS AINDA É O Q SEMPRE FOI. VI COMENTARIO SOBRE O ONIBUS N PUDE DEIXARDE COMENTAR. ERA O EDSON GANGARRA QUEM NAO GOSTAVA DE DA CARONA AOS ALUNOS CAETEENSES,TODO MUNDO SABE. ELE FICAVA COM VIADAGE NO ONIBUS HUMILHANDO,UM CABRA DAQUELES...CAPOEIRAS AINDA É O FIM DE MUNDO.

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  2. capoeiras ta deixando caetés na sola.
    tudo lá ta dando de lavada, salario, educação, medicos, tudo. parabens.

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  3. Para os invejosos de plantão em Caetés.CHUPEM ESSA MANGA.

    A inveja vê sempre tudo com lentes de aumento que transformam pequenas coisas em grandiosas, anões em gigantes, indícios em certezas.
    Miguel Cervantes. O termómetro do sucesso é apenas a inveja dos descontentes.
    Salvador Dalí. A inveja é assim tão magra e pálida porque morde e não come.
    Francisco Quevedo. Evitamos a inveja se guardarmos as alegrias para nós próprios.
    Séneca. Há poucos homens capazes de prestar homenagem ao sucesso de um amigo, sem qualquer inveja.
    Ésquilo. Quem afirma que não é feliz, poderia sê-lo com a felicidade do próximo, se a inveja lhe não tirasse esse último recurso. Os ataques da inveja são os únicos em que o agressor, se pudesse, preferia fazer o papel da vítima.
    Niceto Zamora. A inveja de muitos anuncia o merecimento de alguns.
    Marquês de Maricá.
    Einstein,recife/PE
    Jean de La Bruyère

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