ANTI AMERICANISMO RIDÍCULO DA ESQUERDA - RAFAEL BRASIL







 O debate sobre o pan americanismo data do começo do século XX com a discussão de dois gigantes intelectuais da época, no tempo em que isso existia, Joaqui Nabuco e Oliveira Lima, ambos pernambucanos, grande inteclectuais e ativistas políticos.

Na época quem perdeu a briga foi Nabuco, que defendia uma maior aproximação dos países da América sob a liderança dos Estados Unidos, até como forma de proteção contra o imperialismo europeu, que aliás promoveu as duas piores e mais sangrentas guerras da história, a primeira e segunda guerras mundiais.

E o antiamericanismo piorou na época varguista, de orientação claramente fascista, ou seja européia. O prpóprio Vargas flertou com o fascismo e o nazismo, seja na adoção de uma espécie de estado corporativo e ditatorial  tal qual a Itália fascista, como nas aproximações com a Alemanha nazista, dificultando ao extremo a vinda de judeus paea o Brasil, como os entregando a polícia pólítica de Hitler a gestapo, como foi o caso da esposa de Prestes Olga Benário. 

Vargas faria um belo acordo com os norte americanos, porque sabia que se não fizesse, os Estados Unidos naturalmnenbte invadiria o nordeste, área geopoliticamente estratégica na Segunda Guerra. Vargas muito habilmente conseguiu um empréstimo para construir a msiderúrguca Volta Redonda, e mandou uma força expedicionária de cerca de 25 mil soldados para a guerra, nossos bravos pracinhas.

O antiamericanismo continuou forte com a diretriz - ordem - de Moscou para os países pobres os comunistas e aliados empreeenderem campanhas de alianças das chamadas burguesis nacionais contra o imperialismo norte americano, apontado como o mal maior do planerta. 

Inclusive no regime militar, nossos milicos positivistas além de encherem o país de estatais, tiveram posturas essencialmente anti americanas na política externa, como o apoio a independência de Angola sob o comando dos comunistas e milhares de soldados cubanos, e o acordo nuclear com a Alemanha, só para ficarmos nestes dois casos.

Hoje, quando o governo Bolsonaro busca mudar nossa política externa em prol de uma maior aproximação com os Estados Unidos, as múmias paralídicas abrem logo o bico, como Rodrigo Maia, FHC, Lula e o escambau. Toda esta gritaria por causa da visita sdo secretário de estado norte americano Mike Ponpeo. E o governo busca uma aproximação com os Estados Unidos, sobretudo agora quando a ameaça maior é o imperialsmo comunista chinês. Claro a visita tem como estalecer estratégias militares para a regiuão estreitando nossas relações militares e isso importa muito, sobretudo com as boas perspectivas de reeleição de Trump.

Ótima a posição brasileira sobre a cruel ditadura venezuelana, condenando-a totalmente, coisa eue a esquerda procura defender, ou pelo menos esconder. Afinal estas ditaduras de esquerda tiveram uma primordial participação do petismo, essa história ainda está para ser contada. Afinal é a esquerda que apoia ditaduras, não só apoia mas as financia, e o PT aqui no poder fez a farra das ditaduras na América Latina e na África.

Coisa de subdsenvolvido, afinal, o próprio Geisel sonhava com uma espécie de liderança brasileira sobre os países do terceiro mundo, ou coisa parecida. Enfim existem muitas afinidades entre o positivismo dos militares e a esquerda, afinal positivismo é irmão siamês do marxismo. Por essas e outras nossos milicos sempre tiveram boas relações com os comunistas, até bateram continência pra eles. Coitados tão "nacionalistas", tal qual os comunistas. É pra rir?

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