Abotistas pouco ligam para garota que abortou - Rafael Brasil

O bebê que está mudando o debate sobre o aborto



A garota de dez anos que foi induzida a abortar em Recife deve estar sofrendo muito, mas fica a pergunta: Cadê os militantes abortistas? Sumiram, afinal pouco estão se lixando para o sofrimento da garota, que teria condições de ter seu filho em três semanas através de uma cesariana.
Os abortistas fizeram muito barulho, afinal a agenda abortista é uma das principáis bandeiras da esquerda. Por isso sempre digo que padre, ou bispo de esquerda devia ser sumariamente excomungado, afinal são abortadas cerca de 45 milhões de crianças por ano. Assassinadas, para dizermos a palavra correta.
Pòr essase outras todos os países socialistas legalizaram o aborto, Cuba por exemplo, mata cerca de 100 mil crianças por ano, numa população de pouco mais de dez milhões. E nestes países o aborto é pérmitido até o nono mês de gravidez, ou seja, no nascituro.
Aliás os traumas decorrentes do aborto são enormes, pois é injetado um veneno no útero da mulher, matando o bebê, que depois é sofregamente expelido naturalmente. Ou seja, os traumas são enormes, bem maiores do que uma gravidez devidamente companhada, e depois se for o caso,  a criança encaminhada para adoção. E também os traumas pós aborto, que são relatados por muitas mulherss que já praticaram o assassinato.
Na verdade a pauta abostista tem lobbies mais do que poderosos no país, e é uma agenda globalista, assim como a política de desencarceramento.
Aliás , por falar em desencarceramento, nossas leis são absurdamente lenientes com estupros e sobretudo abuso de menores. Afinal o Brasil é o paraíso dos criminosos, mata-se, estupra-se e com ass mais bariadas chicanas jurídicas logo o meliante estará solto.
E o que existe é a sexualização ostensiva das crianças, estimulada pelos meios de comunicação, e isto já faz tempo. Enfim, quem pagou po avião para a garotinha abortar? E quem pagou o que está fazendo por ela? Nada, ao que sabemos, lamentável, para dizer o mínimo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário