Tá na hora de cortar privilégios dos marajás da república - Rafael Brasil

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A crise do coronavírus não é só humanitária, mas econômica. Teremos não recessão, mas depressão mundial, e certamente uma nova reorganização do poder mundial. Em outras palavras, desemprego, inflação e desastre, por pelo menos mais duas gerações. Por essas e outras, temos que pensar no dia seguinte, num país que mantém privilégios mais do que absurdos da casta burocrática do estado, os populares marajás da república.
São juízes, desembargadores, deputados e vereadores, dirigentes de estatais, ganhando fortunas, e essa gente resiste ferrenhamente na manutenção dos seus privilégios em detrimento da população sofredora, que paga a conta.
Neste sentido, tomou a iniciativa o deputado paulista o príncipe Phillipe de Órleãns e Bragança, propondo o corte dos salários e vantagens dos deputados em pelo menos 50%, por tempo indeterminado. Ou na visão do príncipe, até o crescimento do PIB ultrapassar os 2%.
Este corte seria pedagógico, mas teria que ser para todos os poderes da república, e em todos os entes federativos, posto que temos marajás federais, estaduais e municipais, uma vergonha.
Afinal a crise não é apenas da saúde, mas ética e moral, aliás é com isso que está lutando à população sofredora, pagadora de impostos.
E é preciso refundar a república, e os setores mais retrógados da sociedade querem manter desde sempre o status quo de miséria, desigualdade e privilégios mil.
A esquerda, até ontem sem rumo nem prumo, aproveita a crise pra conspirar, apostando no caos para tirar o presidente e voltar ao poder, com uma roupagem, digamos mais nova. Lava jato neles, endurecimento das penas para corrupção, em outras palavras, tolerância zero, com essa gente. 
Diante da possibilidade do avanço dessa gente, o presidente tem que passar à ofensiva, juntamente com o povo que o elegeu. Senão, estaremos no pior dos mundos: Depressão, impunidade, privilégios e corrupção. Dá pra encarar?

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