O Brasil na vanguarda da contra revolução conservadora - Rafael Brasil

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Para a esquerda, povo nas ruas, de esquerda é revolução, portanto dão um caráter, digamos positivo. De direita é fascismo. Realmente a noção de revolução vem da revolução francesa, e passa pela idéia de revolução socialista, comunista e  até nazista, todas com suas peculiaridades. 
Afinal revolução quer dizer mudanças nas estruturas, política, econômica, social e o escambau, e até na natureza humana, aí é que mora o perigo. É em suma a promessa do paraíso na terra, nunca cumprido, uma quimera para justificar todos os meios possíveis de destruir, sem pecados. É  a chamada violência revolucionária, para essa gente a violência do "bem".
Por essas e outras quase todos os comunistas repetiam o mantra de que a revolução não é feita com flores. Essa conversa resultou no genocídio em todo planeta de cerca de duzentas milhões de almas no sangrento século XX, citação do historiador comunista Eric Hobsbawn, que não citou uma linha sequer sobre o massacre comunista justamente no século XX, parece piada.
O nazismo era revolucionário ao seu modo, com uma visão transformadora radical da sociedade, na visão racista da supremacia racial alemã, ou ariana como gostavam de chamar. Juntava loucamente elementos revolucionários e conservadores, como a glorificação da cultura e tradição germânicas, e o mundo girando através dessa supremacia cultural e racial.
Recentemente no Brasil, se desenrola uma contra revolução conservadora, meio caótica, mas refletindo o sentimento do homem comum, contra a destruição e desintegração da sociedade pela esquerda dita diversitária e relativista. A política de abrandamento das penas de assassinos, a glorificação do lumpesinato, ou seja de bandidos e marginais como elementos revolucionários, e a destruição dos alicerces, aqui nem sempre sedimentados, do cristianismo popular, mais especialmente da famílias, etc. E pior: a destruição da cultura.
O povão caoticamente se revoltou, e, digamos, a contra revolução continua, com as massas nas ruas. O establisment, brada um suposto fascismo, e um desrespeito às chamadas por eles de instituições democráticas, que na verdade são instituições que mantém o povo longe das decisões.
Os presidentes do congresso, senado, e câmara de deputados, assim como as altas cortes do judiciário, dizem endurecer com o presidente, que agora assumiu uma postura de defesa do povo, em uma crítica ao congresso e cortes superiores mantenedoras do status quo corrupto e podre de sempre. 
Não vai colar, ao contrário, vai incendiar mais as manifestações populares que odeiam essa gente. Gilmar Mendes, um dos mais corruptos, e amigo de bandidos corruptos e assassinos, disse que os cachorros seguem o líder, referindo-se ao presidente e o povão. Devia ficar calado , assim como o presidente do STF,  da câmara e do senado, que aliás planejam um  golpe parlamentarista.
Esta gente quanto mais fala, mas é odiada pela população, e sem querer instiga mais a participação popular nas ruas. Afinal a democracia é o povo nas ruas, e, claro, o povo está farto da violência, da corrupção, e sobretudo da impunidade. 
Pois que triunfe a contra revolução, e , claro, viva a tradição, que afinal foi resguardada na alma do povão, contra nossas elites intelectuais, midiáticas e acadêmicas. 
Estas prestarão contas à história. E viva o povo brasileiro, como dizia o saudoso escritor baiano João Ubaldo Ribeiro, Millôr Fernandes dentre outros.

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