Drauzio Varela, um esquerdista banal - Rafael Brasil

Crédito: Foto reprodução web



Nos últimos dias, viralizou nas redes sociais o caso do médico Dráuzio Varela, que na televisão, dá uma de repórter. Desta vez entrevistando um travesti, ou trans, como queiram falar, mostrando suas angústias  existenciais, de um solitário na cadeia, sem receber um mísero bilhete de ninguém. Terminou a reportagem abraçando o "pobre homem" travestido, enfim, corroborando a narrativa da esquerda de mais um homossexual desprezado e oprimido pela sociedade capitalista cruel. Bem esta é a narrativa da esquerda, muito usual enfim.
Porém, e sempre tem um porém, o "coitadinho" estuprou e matou uma criança de oito anos mantendo o cadáver em casa até o estado de putrefação, depois jogando o cadáver na rua, enrolado em um lençol. 
Antes disso, a população comovida com o "coitadinho", mais um, mandou centenas de cartas a ele, dinheiro, brindes como chocolates, etc. Inclusive, centenas de crianças enviaram bilhetes, o que se o monstro tiver progressão de pena, poderá acessar algum e cometer outra barbaridade.
O médico como resposta, não se arrependeu, nem tampouco a globo, emissora portadora das pautas ditas diversitárias da esquerda. 
Disse que , como médico, não queria saber dos crimes cometidos, mas só dos "dramas" dos detentos.
Hannah Arendt, cunhou esta frase banalidade do mal, ao se referir que nos regimes totalitários a brutalidade e violência se tornaram banais. E para a esquerda, desde que corroborem com suas narrativas invertidas de que os bandidos são vítimas da sociedade, a violência, a maldade, são fatos banais.  Dráuzio Varela apenas se comportou como mais um esquerdista a repetir ad nauseun estas narrativas. 
Na mentalidade comunista, mentir , trapacear, é um mantra sagrado. O crime e a brutalidade, desde que voltados para a revolução, são ações positivas, enfim. Dramas individuais não passam de sentimentos pequeno burgueses.
Pra essa gente de nada vale os sentimentos das vítimas, afinal, para eles o socialismo não se faz com flores. Para estes psicopatas, não importa o sofrimento individual, nem tampouco de milhões de humilhados e mortos no sangrento século XX, cerca de 150 milhões, pelo socialismo, de diversas cores.
Drauzio é um monstro sim, mas para ele tudo isso é normal, pois está a serviço de uma monstruosidade maior, de um movimento que apoia o assassinato de bilhões de crianças no planeta, afinal ele é abortista. Médico e abortista.
O bom de tudo isso, é que a população, através das redes sociais, está vendo tudo e se indignando, afinal quem perde a capacidade de se indignar, perde sempre sua condição humana, a mínima.
Drauzio Varela comunga e corrobora com bilhões  de abortos feitos por ano, e o assassinato de dezenas de milhares num país em que a impunidade impera. 
Aliás até Gilmar Mendes, um dos arautos do garantismo jurídico, ou seja, da impunidade, apoiou o médico monstro. Tudo a ver, os psicopatas se entendem, e aqui no Brasil, a psicopatia para as classes falantes tornou-se banal. Enfim , só o povão está salvando o país do abismo, que é antes de tudo moral. Menos mal. 

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