Crise mundial e a urgência das reformas. - Rafael Brasil

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A crise mundial do coronavírus e da briga entre Arábia Saudita contra Russia e aliados com o o Irã e outros menores, abala as bolsas do mundo é séria, mas ao contrário da crise de 2008, quando Lula disse ser uma marolinha, a de hoje, faz o governo sinalizar e apressar as reformas do estado, como a administrativa e tributária.
Na época de Lula, o petismo fez ao contrário, não fez nenhuma reforma e pior: Aumentou a gastança do estado e a roubalheira até aumentou. Depois o estouro do desemprego e desesperança, pelo menos duas gerações se perderam. Aumentou a crise econômica e pior e ética e a moral.
Um ano de governo Bolsonaro, que muitos idiotas e safados insultam de fascista, a equipe econômica sinaliza para a diminuição da presença do estado na economia e na sociedade, e na descentralização, ou seja um novo pacto federativo. 
Que fascismo é esse que busca a diminuição do estado e a descentralização, ou seja, mais sociedade e menos estado? O pior são muitos liberais que ficam criticando o presidente por questões menores, claro. São uns liberais de merda, enfim.
As esquerdas, desmoralizadas pela ladroagem, ocupação total do estado, e incompetência econômica, naturalmente joga no quanto pior melhor. Sonha com a esperança de voltar ao poder com o desejado descalabro econômico do país, o que felizmente não está acontecendo, porque, dentre outras coisas, temos a melhor equipe econômica da nossa história. E com um direcionamento liberal, é bom sempre ressaltar.
Enfim o maior entrave ao desenvolvimento capitalista no país é a velha estrutura patrimonialista do estado, uma herança varguista, ou seja fascista. Afinal a esquerda é que é fascista, juntamente com os ladrões e oportunistas de sempre. Vamos ver como serão apresentadas as reformas do governo a partir da próxima semana. E domingo ver o povão nas ruas. Saravá!

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