MATANÇA DE MENORES ABANDONADOS NO COMUNISMO - RAFAEL BRASIL

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Na ex União Soviética, a situação dos menores abandonados era calamitosa. Milhares de menores delinquentes pululavam pelas ruas, dormindo em lugares mais abjetos, perambulando em vagões de trens, roubando qualquer coisa para sobreviverem. 
Eram órfãos das grandes mortalidades da guerra civil e da grande matança e prisões da coletivização em massa da agricultura no início da década de 30 onde morreram ou foram deportados milhões de camponeses. 
Em 1934 o governo soviético decidiu criar gullags também para menores, que eram depósitos de crianças e adolescentes que caíram na delinquência, com furtos que chegavam a ser um pão ou algumas espigas de trigo. Nestes depósitos de crianças tinha alojamentos que para duzentas crianças não tinha nem vinte pratos ou colheres para toda essa gente. 
Os filhos dos presos políticos eram os mais maltratados, porque considerados filhos dos inimigos do povo, e do socialismo. Eram maltratados pelos carcereiros e estigmatizados pelos próprios meninos detentos. 
Assim em 1935 o governo comunista baixou a maioridade penal pra 12 anos. Centenas de milhares foram legalmente presos e mandados para campos de concentração, e muitos condenados à morte. Muitas menores de prostituíam. Muitos menores fugiam de casa, ou porque os pais não tinham condições de os criar, por causa da fome e da miséria generalizada. 
Afinal naquele tempo um operário que faltasse o trabalho ou chegasse atrasado por reincidência por dois dias podia pegar até dez anos de cadeia. 
Uma mulher roubou do estado um lápis e um caderno para o filho e pegou cinco anos de cadeia com trabalhos forçados. Nos gullags muitas mães eram presas grávidas ou com filhos menores. Quando não morriam de fome ou de frio na viagem em vagões de trem para gado com temperaturas glaciais, eram separadas das mães, e quando não morriam quando pequenas por falta de amamentação morriam simplesmente. 
Isso é uma pequena amostra da tão decantada pelos comunistas, construção do socialismo, que o Papa comparou aos cristãos. 
Nos campos de concentração eram os religiosos que mais radicalmente resistiam ao poder comunista, mas isso é outra história. 
Claro, seu professor comunista não conta isso, afinal, fica a pergunta: safadeza ou ignorância? Eis a questão. Vade retro satanás! 😎

4 comentários:

  1. Eu tento e não consigo encontrar respaldo lógico sem fantasia, de como alguém pode encontrar no socialismo a soluçao para resolver todos os problema da humanidade

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  2. Uma vergonha para toda essa geração,cometeram muitas atrocidades com essas crianças abandonadas.

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  3. endossando o Rafael, quem quiser saber mais sobre o comunismo deve ler Arquipélago Gulag, para onde Stálin mandava os prisioneiros para trabalhos forçados. O autor é Alexander Soljenítsin,prêmio Nobel de literatura de 1970, expulso da antiga Rússia, que retirou até sua nacionalidade.Ele lutou na Segunda Guerra Mundial, mas semanas antes do fim do conflito foi preso por criticar Stalin em cartas a um amigo, que o denunciou. Foi c0ndenado a trabalhos forçados por 8 anos. Ele tem vários livros sobre a filosofia e a realidade sob o comunismo

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  4. Rafael, só agora vi seu blog. Parabéns. Já ganhou mais uma seguidora.

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