Anticristianismo e comunismo no carnaval - Rafael Brasil

Resultado de imagem para aticristianismo no carnaval


Quando estudante, lá pelos idos do final dos anos 70, já era moda ser anticristão na faculdade. Isso porque ser comunista significava ser materialista e ateu, do ponto de vista, digamos assim. filosófico. Naquela época, ainda vicejava resquícios do velho comunismo, o que hoje chamaríamos de comunismo raiz. Em poucas palavras, o comunista era careta, detestava drogas, homossexualismo, liberalismo sexual, dentre outras coisas. 
E sua luta era pela vitória do proletariado, que afinal é a família pobre com sua prole, ou seja uma penca de filhos, e seus desejos de igualdade e fraternidade, bem pelo menos no papel, e convenhamos, sem internet, nem a derrubada da ex União Soviética e satélites, o comunismo com sua poderosa propaganda ainda enganava muita gente, mais especialmente bestas como eu.
Porém, naquela época já se falava em liberação sexual, e que o principal entrave à livre sexualidade seria o cristianismo. Muitos comunistas nem podiam ouvir rock, pois este estilo musical era tachado de arte da decadente sociedade capitalista. Aliás os roqueiros eram muito perseguidos nos países comunistas, mas isso é outra história, enfim.
Com a queda do comunismo,  que muitos esquerdistas chamavam de socialismo real, veio a turma da diversidade engendrada há mais de meio século atrás pela escola de Frankfurt. Estas idéias foram tentadas no processo da Revolução Russa, por gente como a comunista Alexandra Kolontai, mas a dissolução do casamento tradicional gerou uma miríade de divórcios e centenas de milhares de menores abandonados, fazendo comunistas como Lênin, Trótski, e o próprio Stálin abdicarem destas idéias.
Porém, depois da queda do comunismo, a pauta deixou de ser o proletariado, que se bandeara, ou pra social democracia , ou mesmo para o capitalismo. Ou seja, a classe operária, rejeitou o comunismo, simplesmente porque estava se tornando classe média, ou como os velhos comunistas classificavam como elite operária.
A política do comunismo passou a ser das minorias e da diversidade, sobretudo sexual. Aí entram, feminismo radical, gaysismo, abortismo, ideologoia de gênero, e culto à marginalidade, afinal o marginal passaria a ser um elemento potencialmente revolucionário, e vítima da sociedade capitalista, cruel, alienante e violenta. E tudo isso é essencialmente anti cristão, ora essa. 
Assim a iconoclastia esquerdista se tornaria comum. Em outras palavras, esculhambar e ridicularizar o cristianismo e , claro, os cristãos virou moda, sobretudo entre a intelectualidade acadêmica e o show business. 
Como com o relativismo cultural, tudo virou arte, qualquer merda é arte, e mais "chique", digamos assim, esculhambando com os cristãos, e seus símbolos. Assim qualquer Zé Mané, ou coreógrafo de escola de samba se acha no direito de esculhambar com os cristãos. E ser evangélico virou símbolo de fundamentalismo para essa gente.
Só que o povo, com razão não gosta disso, e está reagindo. Muitas escolas de samba foram vaiadas. E convenhamos...Hoje em dia já se tornou não só banal, como ridículo uma feminista tirar a blusa e mostrar os peitos em público, Isso talvez chocasse nos anos 60, mas hoje....e pior: As de  de sovacos cabeludos.
Isto se tornou nosso carnaval. Um festival de bizarrices, brigas violentas, sexo explícito, músicas horríveis, em ruas quase todas fedendo a mijo. Há quem goste. Fazer o quê? Mas tudo ficou mais banal e chato, né não?

3 comentários:

  1. Perfeito, até porque também cursei a faculdade na década de 70, somos testemunhas.

    ResponderExcluir
  2. Lendo este texto me senti sentada nos bancos da faculdade! Foi tudo assim, digamos em dose homeopática, até a dose fatal que é o que eles Da esquerda) deseja: acabar com o Brasil ! Parabéns!

    ResponderExcluir
  3. Nunca li um texto tão ridículo como esse.Decadência Cultural.

    ResponderExcluir