TERRORISMO É TERRORISMO - RAFAEL BRASIL



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Os comunistas antigos, como Lênin e companhia, sempre abominaram o terrorismo, não por motivos, digamos, morais, mas pela sua pouca eficácia política. Se bem que o terrorismo antigamente se caracterizava por atentados contra figuras proeminentes da sociedade, como no caso do assassinato de arquiduque Francisco Ferdinando, herdeiro do trono austríaco, por militantes sérvios, que foi o estopim para a eclosão da primeira guerra mundial. Aliás o próprio irmão de Lênin, Alexandre Ulianov, foi condenado à morte porque tramou contra a vida do então tzar Alexandre III da Rússia. Porém a partir dos anos sessenta, o terrorismo muda de figura, buscando atingir muitas pessoas, alcançando um efeito midiático crescente.

No Brasil, vários grupos comunistas praticaram o terrorismo como forma de enfrentar o capitalismo e implantar a ditadura do proletariado. Mataram e torturaram em nome da revolução, tendo figuras mais preminentes como o capitão Carlos Lamarca e o militante comunista Carlos Marighela, dentre outros, a maioria mortos pelos militares. Os que escaparam, foram ministros dos governos esquerdistas, e até presidentes como a famigerada Dilma, e ainda posaram de defensores da democracia, ganhando espaços na mídia e nos livros de história como heróis da pátria, além, é claro, de gordas indenizações dos governos, desde FHC, mas isso é outra história.

O certo é que terrorismo é terrorismo e deve ser duramente combatido, sobretudo pela covardia, e pelo assassinato de milhares de inocentes. Hoje temos a proeminência do terrorismo islâmico, patrocinado por estados como o Irã. E por isso mesmo, pode-se gostar ou não do presidente Trump, ele agiu correto ao matar Qassem Soleimani, chefe da Guarda Revolucionária Iraniana. Aliás, o governo Obama contemporizou com o governo terrorista iraniano dando dinheiro. O terrorista planejava fazer um atentado contra a embaixada americana no Iraque, mas independentemente de suas intenções era um brutal assassino e foi bom ser morto.
O pior são os apoiadores, mais notadamente os da esquerda contemporânea. Na mídia, o terrorista foi apresentado como uma espécie de herói. Mas o bom disso tudo é que nas redes sociais, o povo começou a mostrar as agruras de regimes teocráticos, que caçam as minorias que os esquerdistas tanto defendem de uma forma extremamente cruel. São regimes que executam mulheres adúlteras e homossexuais em praça pública, e onde a pedofilia é aceita normalmente com o casamento de homens feitos com crianças, tudo dentro dos cânones das leis corânicas, um horror. De fato a esquerda contemporânea perdeu completamente o juízo, de fio a pavio. Mas isso é outra história, que trataremos sempre, e aos poucos, o senso comum popular vai prevalecendo. Ainda temos muito chão a percorrer, mas a luta está ainda no início. Que se restabeleça a sanidade na sociedade. Saravá!


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